Escola E. B. 2,3 Júlio Brandão

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  • Sinopse Histórica do Agrupamento de Escolas Júlio Brandão

    Através da portaria n.º 23600, de 09/09/1968, foi criada a Escola Preparatória de Júlio Brandão. Ficou instalada no edifício da então Escola Industrial e Comercial de Vila Nova de Famalicão, a atual Escola Secundária D. Sancho I.

    Em 5 de Dezembro de 1974 foi transferida para novas instalações, construídas em pré-fabricados de madeira, na Rua Adolfo Casais Monteiro.

    Em 17 de Julho de 1979 e, por força do Decreto-Lei n.º 219/79, a Escola Preparatória passou a designar-se Escola Preparatória de Vila Nova de Famalicão.

    Em 18 de Dezembro de 1986, foi dado início à construção das instalaçõesdefinitivas da atual Escola, na Rua Padre António José Carvalho Guimarães, tendo entrado em funcionamento no ano letivo de 1987/88, com a frequência de cerca de 1500 alunos.

    Em 15 de Outubro de 1991 e, através do Despacho n.º 117/SEAM/91, publicado no Diário da República n.º 237, II.ª Série, foi reposto o nome do antigo patrono, passando a Escola a designar-se por Escola Preparatória de Júlio Brandão e com a publicação da Portaria n.º 495/96, de 24/05/95, a Escola passou a chamar-se Escola EB 2,3 Júlio Brandão.

    No ano letivo de 2003/2004, foi constituído o Agrupamento de Escolas Júlio Brandão, homologado por despacho da Direção Regional de Educação do Norte, de 26/06/2003, composto, à época, pelos seguintes estabelecimentos de Ensino:

    • Escola EB 2,3 Júlio Brandão,
    • EB1 Conde S. Cosme,
    • EB1 e Jardim de Infância Luís de Camões,
    • EB1 e Jardim de Infância Abade de Vermoim,
    • EB1 e Jardim de Infância Lameiras,
    • EB1 Cruzeiro,
    • EB1 Castanhal, Brufe
    • Jardim de Infância Eiral, Brufe.
  • Júlio Brandão

    Júlio Brandão

    Nos sessenta anos da morte de Júlio Brandão, a nossa Escola decidiu lembrá-lo.

    Famalicense de nascimento e de coração, amou a sua terra, lugar de inspiração, tal como todo o Minho.

    O lugar de Talvai viu-o nascer e a saudade da sua terra terá inspirado muitos dos seus escritos.

    A mulher, a família, a ruralidade, temas recorrentes na sua obra.

    Nasceu num município criado pelo liberalismo, terra aberta ao progresso e às luzes, que aproveita estas correntes de pensamento para se afirmar.

    Júlio Brandão, homem culto, não desmerece as suas raízes. E, a nossa Escola faz jus ao seu patrono, quando dá a conhecer alguns trechos da sua obra.

    Sabes quem foi Júlio Brandão?

    Júlio de Sousa Brandão nasceu em Vila Nova de Famalicão a 9 de Agosto de 1869 e faleceu no Porto em 1947.

    Em 1874, a sua família fixou residência no Porto e foi nesta cidade que Júlio Brandão desenvolveu toda a sua actividade profissional. Foi professor na escola Infante D. Henrique, arqueólogo, director do Museu Municipal do Porto, sócio correspondente e membro da delegação do Porto da Academia Nacional de Belas Artes.

    Como escritor, deixou uma vasta e variada obra de publicista, poeta e ficcionista, da qual constam as seguintes obras: O Livro de Aglais, Saudades, O Jardim da Morte, Mistério da Rosa Branca, Nuvem de Ouro e Cantares.

    Ele é também artista na prosa, sendo a ele que se devem as místicas cartas de amor, que constituem o romance Maria do Céu.

    Escreveu ainda pequenas obras-primas de uma simplicidade e imaginação encantadora, por vezes aliada ao fantástico. Essas pequenas obras-primas podem ser lidas nos seus livros de contos: Perfis Suaves, Figuras de Barro e Contos Escolhidos.

    Integrou-se no grupo dos nefelibatas e dos simbolistas, colaborando em várias revistas portuenses. Dirigiu, entre 1929 e 1933, a revista internacional Soneto Neo-Latino, com sede em Vila Nova de Famalicão, o que evidencia os seus laços afectivos e os interesses culturais pela sua terra natal.

    Humberto Ribeiro, Jorge Miguel, Miguel Ângelo, Sara Brandão, Sónia Alexandra, 7º 4